Vida e carreira

28615399512 23aa7f362d k 300x200 300x200 - A deputada

A trajetória política de Soraya Santos se confunde muito com sua visão de mundo e de vida.  Igualdade, oportunidade, acessibilidade, respeito, dedicação e carinho sempre nortearam sua vida pública, que teve início em Niterói quando se candidatou a prefeita da cidade. Primeira mulher a concorrer ao cargo, sentiu na pele o machismo enraizado na política brasileira e, desde então, atua fortemente na causa da defesa das mulheres.

Soraya Santos nasceu em Macaé, no Rio de Janeiro. Formou-se no Colégio Salesiano, em Niterói. Professora de inglês e de alfabetização, formou-se em direito na Universidade Federal Fluminense – UFF.

Trabalhou no Ministério da Fazenda, na área de especificação de materiais. Advogada, atuou nas áreas do direito de família, trabalhista e cível. Em 2000, saiu candidata à prefeita de Niterói – primeira mulher a disputar o cargo máximo da cidade.

Coordenou o Centro Nacional de Cidadania Negra (CENEG), no Rio de Janeiro. Projeto piloto do Ministério da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso, implantado em dez estados, a partir de 2001, para promover a inclusão do negro com foco na educação.

Em 2005, assumiu o Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Rio de Janeiro (IPEM) – primeira mulher a ocupar a presidência regional do órgão operacional do INMETRO. Realinhou a competência do Instituto, que passou a atuar como um indutor do crescimento econômico do Estado. Como presidente, teve aprovado – após 41 anos de luta do instituto – o primeiro plano de cargos e salários para os servidores. Equipou os laboratórios, remodelou o ambiente de trabalho e priorizou as especificações técnicas de produtos e serviços, além de ter realizado o primeiro concurso público do órgão.

Em 2014, Soraya Santos deixou a presidência do IPEM para concorrer à vaga de deputada federal pelo PMDB-RJ. Eleita, foi nomeada vice-líder do partido e assumiu a presidência da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, cargo que exerceu ao longo do primeiro ano de mandato (2015).

Em 2017, foi eleita por unanimidade como coordenadora da bancada feminina e dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. Em sua gestão, projetos importantes para as mulheres avançaram na Casa. Entre eles, a PEC 134/15, que reserva vagas no Legislativo para mulheres nas esferas municipal, estadual, distrital e federal; o combate à violência contra a mulher, em especial o que aumenta a pena do crime de estupro coletivo, e o que propõe maior celeridade às medidas protetivas para garantir a segurança da mulher que sofre violência doméstica, entre tantos outros projetos que protegem a mulher e a família.

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